Somos reféns da terrível teologia e filosofia do consumismo. Uma falsa verdade, um verdadeiro sofisma vem rondando as mentes humanas, levando tantos ao desespero e solidão. Muitos dizem que o mito do primeiro homem, relatado nos primeiros capítulos das escrituras cristãs, podem nos conduzir para a resposta da seguinte pergunta: Quem e quando foi corrompida a teologia da felicidade?
Em tempos de marketing, propaganda, beleza, estereótipos e valorização dos bens, distorcemos a verdade do ser, para apoiarmos a falsa e momentânea alegria do ter. O mundo prega que a alegria só é alcançada quando você obtém algo que possa proporcionar tal prazer, a igreja nos mostra que o homem precisa se apoiar nas bênçãos de seu criador para encontrar o verdadeiro gozo da vida, entretanto Cristo nos conduz por um caminho excelente, valorizando a essência do ser. A figura de Adão representa bem esta carência humana em preencher seus anseios em algum objeto. O primeiro homem não entendeu a plenitude de seu próprio ser, fora criado perfeito por um Deus perfeito, entretanto caiu em pleno desespero quando tentou obter uma alegria através da cobiça, quando trocou o valor do ser, pelo valor do ter. Depositamos nossa felicidade em outros seres, carregando uma terrível carência em nossa alma, deformando nossa própria imagem e por conseqüência a imagem do criador. Somo levados a acreditar que a felicidade virá quando formos ricos, bonitos, cheios de posse, casados, inteligentes, podendo desfrutar de todas as maravilhas vindas supostamente de Deus e caímos em um anseio desesperado de termos tudo aquilo que nossa decaída alma deseja.
Cristo veio nos mostrar quão mais importante é ser do que ter, que a verdadeira alegria reside dentro de cada um, Ele veio nos ensinar a teologia da felicidade. Teologia não baseada em posses e satisfação através de outro objeto que não seja si mesmo, ele mesmo nos ensinou que rios de água viva manariam do interior de cada homem, ensinou que o verdadeiro caminho da alegria reside no fato que existimos e somos feitos completos por Deus. Precisamos apenas dele e de nós mesmo para transbordamos de alegria. Amar a ti mesmo é o começo para amarmos a Deus e ao próximo. A essência da felicidade encontra-se no interior de cada homem.
Para quebrarmos os sofismas do mundo, que apresenta como fonte de alegria o ter, precisamos encontrar em Cristo o verdadeiro valor do ser. Iremos destruir a falsa teologia da felicidade através do consumismo, quando procurarmos conhecermos a nós mesmos. Quando olhamos para nosso ser através das lentes divinas, enxergamos a marca do criador que com tanto amor nos deu a capacidade da existência. È preciso ser para ter, não o contrario.
Redsmedeiros
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Vocação celestial
Há muitos versículos e frases na palavra de Deus que acabam por passarem despercebidos de nós e muitas vezes perdemos ensinamentos preciosos para nossa vida devido a nossa grande displicência para com o estudo da palavra de Deus. Estudando a Bíblia e a procura de textos que pudessem trazer algum ensinamento novo sobre “trabalho cristão”, encontrei uma frase que me fez refletir ainda mais sobre a nossa vocação religiosa. Em Hebreus 3:1, parte A, encontramos a seguinte frase: “Por isso, irmãos santos, participantes da vocação celestial...”. Como eu, você pode estar pensando também qual seria esta tão importante aptidão, tão importante função, que ao ser abordado pela carta de Hebreus, é denomina como celestial. Para que fomos chamados? Qual o propósito da vida cristã? O que nós diferencia do mundo? Qual é a nossa vocação? Pretendo analisar tal habilidade, para compreendermos a profundidade do chamamento de Deus, saber por que somos chamados de ministros do Senhor.
“Ide por todo mundo e pregai o evangelho...”, nos ensinou Cristo. Se você pretende achar algum significado para sua fé cristã, este mandamento é capaz de retirar qualquer dúvida. Fomos resgatados por Cristo, não só para que alcançássemos a vida plena, mas para que tornássemos também participantes de seu ministério. Nossa vocação, aptidão ou função como discípulos de Jesus é anunciar a todo tempo seu evangelho, suas boas novas. Em hebreus vemos a grande responsabilidade que carregamos ao nos comprometermos com o Senhor, recebemos uma vocação celestial. Um discípulo deve ser uma cópia de seu mestre, deve ser testemunho de suas obras e andar segundo ele andou. A palavra de Deus nos ensina que a obra de Cristo não era segundo o homem, segundo este mundo, mas que Jesus veio fazer a obra de Deus, do criador que esta no céu. Jesus dava testemunho dos céus, das coisas celestiais. Cristo era ministro encarnado, homem segundo carne, porem Deus segundo o espírito eterno e enquanto esteve na terra, antes de tomar seu lugar junto a Deus, andou em sacrifício e trabalho duro. O filho de Deus se entregava diariamente pelos seus próximos, ele carregava a bandeira de Deus, a bandeira do reino dos céus e apregoava que o reino do Senhor estava próximo. O trabalho de levar a palavra de Deus a toda criatura, de levar a bandeira de nosso rei ao nosso próximo é Santo, eterno, celestial. É tão importante que no mesmo livro de Hebreus, é mostrado que os Anjos do Senhor anelam por realizar esta obra.
Em Hebreus 2:3 temos, "Portanto como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelo que as ouviram;". Temos responsabilidades como cristão, fomos convidados a seguir seus caminhos, temos a obrigação de levá-lo aos que não conhecem seu nome. Jesus primeiro nos anunciou o caminho da vida, para que depois a levássemos aos que estão perdidos e afastados de Deus pelo pecado. Cristo lhe deu uma nova vocação, não servimos mais ao pecado, não somos mais filhos deste mundo, não mais agimos segundo obras de nossa carne, temos agora uma nova vida, uma nova vocação. Somos servos de Deus, temos agora uma vocação celestial. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.
“Ide por todo mundo e pregai o evangelho...”, nos ensinou Cristo. Se você pretende achar algum significado para sua fé cristã, este mandamento é capaz de retirar qualquer dúvida. Fomos resgatados por Cristo, não só para que alcançássemos a vida plena, mas para que tornássemos também participantes de seu ministério. Nossa vocação, aptidão ou função como discípulos de Jesus é anunciar a todo tempo seu evangelho, suas boas novas. Em hebreus vemos a grande responsabilidade que carregamos ao nos comprometermos com o Senhor, recebemos uma vocação celestial. Um discípulo deve ser uma cópia de seu mestre, deve ser testemunho de suas obras e andar segundo ele andou. A palavra de Deus nos ensina que a obra de Cristo não era segundo o homem, segundo este mundo, mas que Jesus veio fazer a obra de Deus, do criador que esta no céu. Jesus dava testemunho dos céus, das coisas celestiais. Cristo era ministro encarnado, homem segundo carne, porem Deus segundo o espírito eterno e enquanto esteve na terra, antes de tomar seu lugar junto a Deus, andou em sacrifício e trabalho duro. O filho de Deus se entregava diariamente pelos seus próximos, ele carregava a bandeira de Deus, a bandeira do reino dos céus e apregoava que o reino do Senhor estava próximo. O trabalho de levar a palavra de Deus a toda criatura, de levar a bandeira de nosso rei ao nosso próximo é Santo, eterno, celestial. É tão importante que no mesmo livro de Hebreus, é mostrado que os Anjos do Senhor anelam por realizar esta obra.
Em Hebreus 2:3 temos, "Portanto como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelo que as ouviram;". Temos responsabilidades como cristão, fomos convidados a seguir seus caminhos, temos a obrigação de levá-lo aos que não conhecem seu nome. Jesus primeiro nos anunciou o caminho da vida, para que depois a levássemos aos que estão perdidos e afastados de Deus pelo pecado. Cristo lhe deu uma nova vocação, não servimos mais ao pecado, não somos mais filhos deste mundo, não mais agimos segundo obras de nossa carne, temos agora uma nova vida, uma nova vocação. Somos servos de Deus, temos agora uma vocação celestial. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.
domingo, 27 de junho de 2010
Em busca da felicidade
Hoje em dia vivemos em uma sociedade egoísta, que prioriza a satisfação própria e a busca da felicidade individual como uma verdade absoluta. Para a grande maioria das pessoas, a sociedade só chegaria a um ponto de graça, quando cada um dos indivíduos estiver plenamente satisfeitos em suas ambições e desejos, mas a única coisa que percebemos no mundo de hoje é a grande falta de amor e solidariedade, que gera em nosso mundo um grande caos. Somos levados por influencia externa a desejarmos nossa própria satisfação e com isso obtemos altos índices de falências familiares, de casamentos terminando precocemente, de solidão, entre outros males que atacam nossa sociedade por causa desta visão deturpada que temos de auto-satisfação. Cristo nos ensina a viver de modo diferente, Ele nos ensina um caminho melhor para conseguirmos nossa própria alegria, nos mostra que a auto-satisfação vem quando procuramos a felicidade coletiva e não individual.
O famoso mandamento de Cristo: Amar o próximo como a ti mesmo, nos mostra este caminho excelente. Se analisarmos esta frase veremos que amor ao próximo vem antes de amarmos a nós mesmo. Jesus veio nos ensinar um novo tipo de amor, um novo tipo de felicidade, um novo tipo de satisfação pessoal. É auto-satisfação alcançada quando conquistamos para o outro a felicidade, deixando de lado todo tipo de egoísmo. O Senhor sentiu-se feliz, quando se entregou por nós naquela cruz. Jesus conquistou sua maior felicidade ao ver suas criaturas redimidas pelo seu sacrifício eterno. Jesus fez os céus transbordarem de alegria, ao abrir mão de sua própria vida para que o homem consegui-se a tão sonhada paz eterna. A vida de um discípulo de Cristo tem de emular a vida de seu mestre. Se Jesus foi capaz de abrir mão de sua própria alegria, de sua própria felicidade, para que a humanidade fosse aperfeiçoada, é de se esperar que aqueles que carregam a bandeira do Senhor, possam agir em semelhante modo. Cristo vivia uma vida perfeita no céu ao lado de seu Pai, vivia em alegria, possuía o regozijo eterno, mas preferiu deixar tudo isto de lado para que todo homem pudesse ter a mesma oportunidade de vivenciar este tipo de felicidade. Quando o “todo” está cheio de alegria, tudo aquilo que faz parte dele é alcançado também.
Se você deseja ser feliz, aprenda a amar o seu próximo antes de você e a amá-lo como você gostaria de ser de volta. Sua felicidade é sustentada pelo Deus eterno e Ele procura a felicidade de todos, sem fazer distinção entre seus filhos. Deus deseja ver a todos bem, anseia para que todo ser possa compartilhar de sua alegria e de sua paz. Trabalhe pelo bem de seu próximo, procure fazer o bem a todo tempo e a qualquer pessoa. Nossa sociedade só será perfeita, quando aprendermos a amar o próximo, como o próprio Cristo nos amou. A maior felicidade que o homem pode ter é de ver aqueles que ama, satisfeitos em suas alegrias. Somos um corpo, uma grande família, não vivemos isolados em uma ilha e temos responsabilidades para com nossos irmãos. Busque a felicidade de seu irmão, se entregue por ele e você conhecerá a alegria vivida por Cristo ao se entregar naquela cruz por nós. Você conhecerá o perfeito amor.
O famoso mandamento de Cristo: Amar o próximo como a ti mesmo, nos mostra este caminho excelente. Se analisarmos esta frase veremos que amor ao próximo vem antes de amarmos a nós mesmo. Jesus veio nos ensinar um novo tipo de amor, um novo tipo de felicidade, um novo tipo de satisfação pessoal. É auto-satisfação alcançada quando conquistamos para o outro a felicidade, deixando de lado todo tipo de egoísmo. O Senhor sentiu-se feliz, quando se entregou por nós naquela cruz. Jesus conquistou sua maior felicidade ao ver suas criaturas redimidas pelo seu sacrifício eterno. Jesus fez os céus transbordarem de alegria, ao abrir mão de sua própria vida para que o homem consegui-se a tão sonhada paz eterna. A vida de um discípulo de Cristo tem de emular a vida de seu mestre. Se Jesus foi capaz de abrir mão de sua própria alegria, de sua própria felicidade, para que a humanidade fosse aperfeiçoada, é de se esperar que aqueles que carregam a bandeira do Senhor, possam agir em semelhante modo. Cristo vivia uma vida perfeita no céu ao lado de seu Pai, vivia em alegria, possuía o regozijo eterno, mas preferiu deixar tudo isto de lado para que todo homem pudesse ter a mesma oportunidade de vivenciar este tipo de felicidade. Quando o “todo” está cheio de alegria, tudo aquilo que faz parte dele é alcançado também.
Se você deseja ser feliz, aprenda a amar o seu próximo antes de você e a amá-lo como você gostaria de ser de volta. Sua felicidade é sustentada pelo Deus eterno e Ele procura a felicidade de todos, sem fazer distinção entre seus filhos. Deus deseja ver a todos bem, anseia para que todo ser possa compartilhar de sua alegria e de sua paz. Trabalhe pelo bem de seu próximo, procure fazer o bem a todo tempo e a qualquer pessoa. Nossa sociedade só será perfeita, quando aprendermos a amar o próximo, como o próprio Cristo nos amou. A maior felicidade que o homem pode ter é de ver aqueles que ama, satisfeitos em suas alegrias. Somos um corpo, uma grande família, não vivemos isolados em uma ilha e temos responsabilidades para com nossos irmãos. Busque a felicidade de seu irmão, se entregue por ele e você conhecerá a alegria vivida por Cristo ao se entregar naquela cruz por nós. Você conhecerá o perfeito amor.
sábado, 26 de junho de 2010
Aprendendo a compartilhar
Aprendendo a compartilhar.
Os doze passos de grupos de restauração podem ser de extrema utilidade para a vida de cristãos que podem não demonstrar comportamentos compulsivos destrutivos, porém sofrem com outras fraquezas que lhe são impostas por sua carne. Quem já sofreu ou ainda sofre pela escravidão de um vício, sabe da real necessidade de se confessar ou de compartilhar seu pecado, sua prisão. O grupo de doze passos nos traz uma lição muito edificante para começarmos a vencer nosso maior inimigo, vencer nossas dificuldades, vencer nossos vícios. Nestas reuniões semanais, onde pessoas doentes e escravas de situações rotineiras ou constantes se encontram, há um procedimento onde tais indivíduos podem expressar seus pesares e dividir seus fardos uns com os outros. Eles logo descobrem a necessidade e a eficácia de confessarmos uns aos outros.
A palavra de Deus nos conduz a confissão e a confissão nos conduz ao arrependimento. A bíblia nos diz que quando confessamos nosso pecado a Deus, quando expomos nossa fraqueza ao senhor, ele é fiel em seu caráter para nos perdoar e justo para retirar o peso de nossa fraqueza. Quem carrega seu fardo em solidão, está se voltando contra a justiça. Para haver perdão é necessário arrependimento e o perdão do Justo Juiz quebra todo o julgo. Confissão é um ato de humilhação, confissão nos torna propícios ao perdão, é o primeiro passo para nos reconciliarmos com o Santo Deus e conosco mesmos. Não é atoa que os próprios grupos de ajuda aos diversos tipos de viciados, utilizam desta arma para a cura de almas escravizadas pelo próprio desejo carnal.
Através da leitura da palavra de Deus, encontramos diversos exemplos de pessoas que tiveram sua vida transformada após confessar seus pecados. A bíblia nos conta sobre Isaías, um profeta dos tempos antigos, que ao contemplar a glória do Senhor, foi levado a expor seus erros diante de Deus. Nosso Criador não convive com o pecado, ele é santo, porém Deus sabe da nossa condição de fraqueza e sabe que continuaremos impuros até que Cristo nos dê um novo corpo. Quando o profeta teve um encontro com Deus, ele confessou o seu pecado e o próprio Deus ordenou que seu fardo fosse retirado. Nós quem pecamos e é o Senhor que nos limpa, mas entre um ato e outro é necessário confissão. Um outro exemplo muito conhecido é o arrependimento do rei Davi. Davi, homem segundo o coração de Deus, também pecou e se corrompeu e por causa disto a bíblia nos conta que o rei sentiu-se vazio, doente e triste e que só foi sarado quando não mais ocultou seu pecado diante do Senhor. O pecado não confesso destrói nossas vidas. Ele nos consome, nos deixando humilhados. Quando ocultamos nossos erros, estamos apenas adoecendo nossa alma e se não houver arrependimento, logo virá a morte.
Deus procura corações arrependidos, quebrantados, pessoas que estão dispostas a mudar de rumo. Devemos confessar uns com os outros para sermos curados, ensina a palavra de Deus. Entregue suas fraquezas ao Senhor, para que ele possa fazer uma boa obra em sua vida. Compartilhe sua vida com aqueles que se importam com você, confie no Senhor e o mais ele fará!
Os doze passos de grupos de restauração podem ser de extrema utilidade para a vida de cristãos que podem não demonstrar comportamentos compulsivos destrutivos, porém sofrem com outras fraquezas que lhe são impostas por sua carne. Quem já sofreu ou ainda sofre pela escravidão de um vício, sabe da real necessidade de se confessar ou de compartilhar seu pecado, sua prisão. O grupo de doze passos nos traz uma lição muito edificante para começarmos a vencer nosso maior inimigo, vencer nossas dificuldades, vencer nossos vícios. Nestas reuniões semanais, onde pessoas doentes e escravas de situações rotineiras ou constantes se encontram, há um procedimento onde tais indivíduos podem expressar seus pesares e dividir seus fardos uns com os outros. Eles logo descobrem a necessidade e a eficácia de confessarmos uns aos outros.
A palavra de Deus nos conduz a confissão e a confissão nos conduz ao arrependimento. A bíblia nos diz que quando confessamos nosso pecado a Deus, quando expomos nossa fraqueza ao senhor, ele é fiel em seu caráter para nos perdoar e justo para retirar o peso de nossa fraqueza. Quem carrega seu fardo em solidão, está se voltando contra a justiça. Para haver perdão é necessário arrependimento e o perdão do Justo Juiz quebra todo o julgo. Confissão é um ato de humilhação, confissão nos torna propícios ao perdão, é o primeiro passo para nos reconciliarmos com o Santo Deus e conosco mesmos. Não é atoa que os próprios grupos de ajuda aos diversos tipos de viciados, utilizam desta arma para a cura de almas escravizadas pelo próprio desejo carnal.
Através da leitura da palavra de Deus, encontramos diversos exemplos de pessoas que tiveram sua vida transformada após confessar seus pecados. A bíblia nos conta sobre Isaías, um profeta dos tempos antigos, que ao contemplar a glória do Senhor, foi levado a expor seus erros diante de Deus. Nosso Criador não convive com o pecado, ele é santo, porém Deus sabe da nossa condição de fraqueza e sabe que continuaremos impuros até que Cristo nos dê um novo corpo. Quando o profeta teve um encontro com Deus, ele confessou o seu pecado e o próprio Deus ordenou que seu fardo fosse retirado. Nós quem pecamos e é o Senhor que nos limpa, mas entre um ato e outro é necessário confissão. Um outro exemplo muito conhecido é o arrependimento do rei Davi. Davi, homem segundo o coração de Deus, também pecou e se corrompeu e por causa disto a bíblia nos conta que o rei sentiu-se vazio, doente e triste e que só foi sarado quando não mais ocultou seu pecado diante do Senhor. O pecado não confesso destrói nossas vidas. Ele nos consome, nos deixando humilhados. Quando ocultamos nossos erros, estamos apenas adoecendo nossa alma e se não houver arrependimento, logo virá a morte.
Deus procura corações arrependidos, quebrantados, pessoas que estão dispostas a mudar de rumo. Devemos confessar uns com os outros para sermos curados, ensina a palavra de Deus. Entregue suas fraquezas ao Senhor, para que ele possa fazer uma boa obra em sua vida. Compartilhe sua vida com aqueles que se importam com você, confie no Senhor e o mais ele fará!
Uma partida de futebol
O jogo estava complicado para a equipe brasileira, a pressão da estréia claramente atrapalhava os jogadores do país do samba e os noruegueses começavam a acreditar que era possível ganhar da melhor seleção do mundo. Evandro Soares técnico do Brasil estava preocupado com o fraco desempenho de sua equipe e temia que o baixo nível técnico apresentado pelos jogadores poderia repercutir negativamente na imprensa desestabilizando seu time. Alguma coisa precisa ser feita e ele decidiu manter a mesma equipe, apenas motivando-os, pedindo para que tomassem uma postura mais ofensiva.
O segundo tempo estava para começar e o capitão Mário Sérgio tentava motivar seus jogadores para saírem daquele estádio com mais uma vitória em seus currículos, Mário sabia que um campeão do mundo não podia vacilar em nenhum momento da competição. Desejava a vitória, queria se consagrar com o título mundial e era capaz de qualquer coisa para ter aquela oportunidade de levantar tão cobiçada taça. Ele gritava, gesticulava, xingava quando necessário e lutava dentro de campo como um verdadeiro guerreiro. Para o volante e capitão Mário Sérgio não havia jogo perdido ele sabia muito bem a força de sua seleção.
Alex Lima tentava de todas as maneiras mas não conseguia abrir o placar para sua equipe. Alex fora escolhido o atacante do ano naquele ano e sabia de toda a cobrança que estava sobre seus ombros, afinal carregava o peso da camisa nove da seleção brasileira, carregava o peso de ser o homem-gol. Tentava o arremate a gol de todos as maneiras e todos seus chutes paravam nas mãos do goleiro norueguês. Assim que começou o segundo tempo Alex estava decidido a estufar as redes da equipe adversária e aos cinco minutos da segunda etapa, em um cruzamento de Marcelo Dias, lateral esquerdo brasileiro, o atacante subiu mais alto que os zagueiros da Noruega e balançou as redes, colocando a equipe canarinho à frente do placar. 1x0 Brasil.
O time brasileiro parecia outro em relação ao que estava em campo no primeiro tempo. Mostrava mais agressividade no ataque, porém com uma defesa mais sólida e rapidamente outros gols sairiam. Na busca pelo gol, a seleção brasileira tinha uma poderosa arma sempre caindo pela ponta esquerda, seu nome era Luizinho Neto, um meia driblador que fizera uma excelente temporada no futebol alemão e agora ajudava nossa seleção com ótimos passes e grandes assistências. Luizinho carregava a bola pelo lado esquerdo com bom domínio e agilidade e cada descida ao ataque era um sufoco para boa defesa norueguesa. Em um lindo lance o meia brasileiro, ganhou na habilidade de seu marcador, levou até a linha de fundo e cruzou para uma ótima cabeçada de Alex, Brasil agora estava a frente no placar por dois gols de diferença. Brasil 2x0 Noruega.
Ao final da partida Evandro Soares estava satisfeito com o desempenho de sua equipe e com o total domínio da partida. Para o técnico à equipe estava em evolução e rapidamente entraria em um ritmo mais competitivo. Evandro dispunha de um dos mais qualificados elencos do mundial e entendia ser possível chegar ao mais alto topo do campeonato. Havia adversários temíveis como a forte equipe Argentina do grande jogador Andréias Campos, um excelente armador que estava infernizando as defesas adversárias. Outra muito comentada seleção era a Alemanha com sua excelente defesa e rápidos contra ataques e a grande sensação daquele ano, a ótima República Checa que conquistara um inédito título europeu em cima da Itália, jogando um futebol bonito e de muitos gols. A chave brasileira também não era moleza de se conquistar uma vaga, pois o Brasil ainda teria de enfrentar a sempre forte Espanha e a boa seleção nigeriana.
Durante a entrevista coletiva, Evandro manteve a calma e a educação de sempre. Nunca levantava a voz para ninguém e nunca dizia palavras de baixo calão e se alguma pergunta se apresentava mais ofensiva, ele respirava fundo e tentava responder elegantemente, sem aparentar covardia ou timidez. Sabia ser firme e impor sua opinião sem perder a compostura. Evandro respondeu a todos durante a entrevista e saiu satisfeito com as críticas apresentadas pelos jornalistas. Agora poderia manter o foco naquilo que era importante, a partida contra a Nigéria que havia sido derrotada pelos espanhóis e viriam mordidos para enfrentar o Brasil e Evandro precisava de paz para corrigir seu time. Era hora de treinar.
O segundo tempo estava para começar e o capitão Mário Sérgio tentava motivar seus jogadores para saírem daquele estádio com mais uma vitória em seus currículos, Mário sabia que um campeão do mundo não podia vacilar em nenhum momento da competição. Desejava a vitória, queria se consagrar com o título mundial e era capaz de qualquer coisa para ter aquela oportunidade de levantar tão cobiçada taça. Ele gritava, gesticulava, xingava quando necessário e lutava dentro de campo como um verdadeiro guerreiro. Para o volante e capitão Mário Sérgio não havia jogo perdido ele sabia muito bem a força de sua seleção.
Alex Lima tentava de todas as maneiras mas não conseguia abrir o placar para sua equipe. Alex fora escolhido o atacante do ano naquele ano e sabia de toda a cobrança que estava sobre seus ombros, afinal carregava o peso da camisa nove da seleção brasileira, carregava o peso de ser o homem-gol. Tentava o arremate a gol de todos as maneiras e todos seus chutes paravam nas mãos do goleiro norueguês. Assim que começou o segundo tempo Alex estava decidido a estufar as redes da equipe adversária e aos cinco minutos da segunda etapa, em um cruzamento de Marcelo Dias, lateral esquerdo brasileiro, o atacante subiu mais alto que os zagueiros da Noruega e balançou as redes, colocando a equipe canarinho à frente do placar. 1x0 Brasil.
O time brasileiro parecia outro em relação ao que estava em campo no primeiro tempo. Mostrava mais agressividade no ataque, porém com uma defesa mais sólida e rapidamente outros gols sairiam. Na busca pelo gol, a seleção brasileira tinha uma poderosa arma sempre caindo pela ponta esquerda, seu nome era Luizinho Neto, um meia driblador que fizera uma excelente temporada no futebol alemão e agora ajudava nossa seleção com ótimos passes e grandes assistências. Luizinho carregava a bola pelo lado esquerdo com bom domínio e agilidade e cada descida ao ataque era um sufoco para boa defesa norueguesa. Em um lindo lance o meia brasileiro, ganhou na habilidade de seu marcador, levou até a linha de fundo e cruzou para uma ótima cabeçada de Alex, Brasil agora estava a frente no placar por dois gols de diferença. Brasil 2x0 Noruega.
Ao final da partida Evandro Soares estava satisfeito com o desempenho de sua equipe e com o total domínio da partida. Para o técnico à equipe estava em evolução e rapidamente entraria em um ritmo mais competitivo. Evandro dispunha de um dos mais qualificados elencos do mundial e entendia ser possível chegar ao mais alto topo do campeonato. Havia adversários temíveis como a forte equipe Argentina do grande jogador Andréias Campos, um excelente armador que estava infernizando as defesas adversárias. Outra muito comentada seleção era a Alemanha com sua excelente defesa e rápidos contra ataques e a grande sensação daquele ano, a ótima República Checa que conquistara um inédito título europeu em cima da Itália, jogando um futebol bonito e de muitos gols. A chave brasileira também não era moleza de se conquistar uma vaga, pois o Brasil ainda teria de enfrentar a sempre forte Espanha e a boa seleção nigeriana.
Durante a entrevista coletiva, Evandro manteve a calma e a educação de sempre. Nunca levantava a voz para ninguém e nunca dizia palavras de baixo calão e se alguma pergunta se apresentava mais ofensiva, ele respirava fundo e tentava responder elegantemente, sem aparentar covardia ou timidez. Sabia ser firme e impor sua opinião sem perder a compostura. Evandro respondeu a todos durante a entrevista e saiu satisfeito com as críticas apresentadas pelos jornalistas. Agora poderia manter o foco naquilo que era importante, a partida contra a Nigéria que havia sido derrotada pelos espanhóis e viriam mordidos para enfrentar o Brasil e Evandro precisava de paz para corrigir seu time. Era hora de treinar.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
O menino e os pregos.
Carlinhos era um menino muito complicado e com apenas sete anos de idade já causara muita confusão em casa. Carlos de Almeida Pasquim Júnior era filho de um grande empresário paulista. Seu pai era um homem trabalhador que conquistara toda a sua riqueza através de muito esforço e dedicação, mas um pai totalmente ausente e ao mesmo tempo rígido para com seu único filho.
Dona Flávia, mãe do pequeno Carlinhos também não era o melhor exemplo de maternidade. Flávia de Almeida era uma mãe muito jovem e inexperiente, casara com apenas dezenove anos e aos vinte já dera luz ao seu primeiro filho. Flávia amava seu filho e sempre desejara o melhor para o garoto, entretanto passava mais tempo em compras e festas do que cuidando de sua criança. Carlinhos conhecera a repreencao desde pequeno. Ele era o terror do luxuoso edifício primavera, situado no mais nobre bairro da capital paulista. Seu Manuel, porteiro do prédio, sempre aparecia à porta do apartamento dos Pasquim, conduzindo o garoto pelo braço e o entregando aos cuidados de dona Carmelita, uma babá de sessenta anos de idade, que passava a maioria de seu tempo dormindo à frente da televisão.
Nenhuma criança desejava a companhia do pequeno Carlos. O garoto era sempre excluído das brincadeiras e das conversas infantis. As crianças de seu prédio e de sua escola o achavam violento e impertinente e as garotas de sua idade o odiavam. Carlinhos estava sempre batendo em alguns, chutando outros, jogando água e outras coisas nojentas nas meninas e sempre rasgando seus cadernos. A carência do menino era notada por todos em sua volta.
No auge de sua falência autoritária, Flávia convidou seu amado pai, um senhor do interior gaúcho e presbitero de uma igreja batista para ajudar na educação de seu filho. Dr. Luís de almeida era um excelente advogado e o mais conhecido de sua cidade. Sua maior honra era a de ser conhecido como o advogado dos pobres. Vovô Luiz também era muito querido em sua igreja e sua família, pois era um homem sábio e muito temente a Deus. Flávia era a princesa de seu pai, era a mais amada de suas três filhas e seu pai era capaz de fazer tudo por ela.
Quando Dr. Luiz chegou ao apartamento da filha logo percebeu que sua tarefa não seria fácil. Carlinhos estava deixando todos malucos dentro de casa e sua falta de limites era nítida. A mãe logo foi chamar o garoto para saudar o avô e em pouco tempo a criança já estava calma, sentada no colo de Dr. Luís para escutar uma história. Os dois se divertiram durante toda a tarde e Flávia já começava a se sentir mais aliviada com a presença do pai.
Certa vez, após uma explosão de raiva por parte de Carlinhos, o avô chamou o menino até a garagem e passou o resto do dia lhe ensinando a martelar um prego em diversos tipos de superfície. Então, logo após a aula, Luiz pegou uma barra de madeira e entregou a crianca. Dr. Luiz disse ao garoto que toda a vez que ele acabasse brigando com alguém, era para tomar um prego e crava-lo sobre o toco, sendo que cada prego representaria uma pessoa. Carlinhos tomou o material fornecido pelo avô e o guardou no quarto.
Quinze dias se passaram e durante este período, o menino havia irritado algumas pessoas e ao todo oito pregos foram cravados na madeira. O avô chamou o menino, e após ensina-lo sobre perdão, pediu para que Carlinhos se desculpa-se com todas aquelas pessoas representadas pelos pregos. Após pedir perdão o garoto retornou a presença do avô e ao avista-lo foi surpreendido pela a ausência dos pregos sobre o toco. Seu avô havia retirado todos.
- Onde estão os pregos vovô?
Perguntou Carlinhos.
O avô tomou o menino ao colo e respondeu:
- Meu querido Neto, há alguns longos anos atrás, viveu um grande príncipe em um país muito longe do nosso. Este homem era muito bom e adorava ajudar as pessoas de sua época. Mas o seu povo era feito de pessoas más que adoravam importunar os outros. Estes homens eram tão mals que resolveram matar o príncipe, o pregando numa cruz.
- Mas Sabe Carlinhos, este povo não esperava que este príncipe pudesse vencer a morte, e foi isto mesmo que ele fez três dias após ser sepultado. O nome deste poderoso você provavelmente deve conhecer, ele se chama Jesus, meu neto. E a história não termina aí filho, o que aquelas pessoas não sabiam é que Cristo daria um novo coração para eles, se cada um se arrependesse de suas maldades. Quando você, meu amado neto, faz uma maldade com alguma pessoa é como se estivesse encravando um destes pregos em Jesus, você se torna como um daquele povo mal.
- Mas eu não quero ser uma pessoa má vovô! Como faço para consertar as coisas? Perguntou o m
Menino.
- Estes pregos, meu filho, só saem pelo poder do perdão. Você viu que os pregos que você pregou nesta madeira só saíram quando você pediu perdão as pessoas que você machucou? Assim também acontece conosco, Deus só retira os pregos da maldade de nossa vida quando nos arrependemos de nossos pecados.
Depois de toda aquela conversa, Carlinhos foi para seu quarto e pediu perdão para Jesus por ser tão mal com as pessoas, Carlinhos o garoto considerado por muitos como problemático e sem correção, estava agora arrependido de toda a maldade e mesmo sendo apenas uma criança, desejava muito mudar de vida e sua mudança foi nítida para todos. Carlinhos já não dava mais problema dentro de casa, não apontava mais na escola e ensinava para todos agora o poder do perdão através da prática de pregar pregos em uma viga de madeira, ele se tornara uma nova criança e antes da partida de seu avô ele dissera:
- Muito obrigado vovô!
Dona Flávia, mãe do pequeno Carlinhos também não era o melhor exemplo de maternidade. Flávia de Almeida era uma mãe muito jovem e inexperiente, casara com apenas dezenove anos e aos vinte já dera luz ao seu primeiro filho. Flávia amava seu filho e sempre desejara o melhor para o garoto, entretanto passava mais tempo em compras e festas do que cuidando de sua criança. Carlinhos conhecera a repreencao desde pequeno. Ele era o terror do luxuoso edifício primavera, situado no mais nobre bairro da capital paulista. Seu Manuel, porteiro do prédio, sempre aparecia à porta do apartamento dos Pasquim, conduzindo o garoto pelo braço e o entregando aos cuidados de dona Carmelita, uma babá de sessenta anos de idade, que passava a maioria de seu tempo dormindo à frente da televisão.
Nenhuma criança desejava a companhia do pequeno Carlos. O garoto era sempre excluído das brincadeiras e das conversas infantis. As crianças de seu prédio e de sua escola o achavam violento e impertinente e as garotas de sua idade o odiavam. Carlinhos estava sempre batendo em alguns, chutando outros, jogando água e outras coisas nojentas nas meninas e sempre rasgando seus cadernos. A carência do menino era notada por todos em sua volta.
No auge de sua falência autoritária, Flávia convidou seu amado pai, um senhor do interior gaúcho e presbitero de uma igreja batista para ajudar na educação de seu filho. Dr. Luís de almeida era um excelente advogado e o mais conhecido de sua cidade. Sua maior honra era a de ser conhecido como o advogado dos pobres. Vovô Luiz também era muito querido em sua igreja e sua família, pois era um homem sábio e muito temente a Deus. Flávia era a princesa de seu pai, era a mais amada de suas três filhas e seu pai era capaz de fazer tudo por ela.
Quando Dr. Luiz chegou ao apartamento da filha logo percebeu que sua tarefa não seria fácil. Carlinhos estava deixando todos malucos dentro de casa e sua falta de limites era nítida. A mãe logo foi chamar o garoto para saudar o avô e em pouco tempo a criança já estava calma, sentada no colo de Dr. Luís para escutar uma história. Os dois se divertiram durante toda a tarde e Flávia já começava a se sentir mais aliviada com a presença do pai.
Certa vez, após uma explosão de raiva por parte de Carlinhos, o avô chamou o menino até a garagem e passou o resto do dia lhe ensinando a martelar um prego em diversos tipos de superfície. Então, logo após a aula, Luiz pegou uma barra de madeira e entregou a crianca. Dr. Luiz disse ao garoto que toda a vez que ele acabasse brigando com alguém, era para tomar um prego e crava-lo sobre o toco, sendo que cada prego representaria uma pessoa. Carlinhos tomou o material fornecido pelo avô e o guardou no quarto.
Quinze dias se passaram e durante este período, o menino havia irritado algumas pessoas e ao todo oito pregos foram cravados na madeira. O avô chamou o menino, e após ensina-lo sobre perdão, pediu para que Carlinhos se desculpa-se com todas aquelas pessoas representadas pelos pregos. Após pedir perdão o garoto retornou a presença do avô e ao avista-lo foi surpreendido pela a ausência dos pregos sobre o toco. Seu avô havia retirado todos.
- Onde estão os pregos vovô?
Perguntou Carlinhos.
O avô tomou o menino ao colo e respondeu:
- Meu querido Neto, há alguns longos anos atrás, viveu um grande príncipe em um país muito longe do nosso. Este homem era muito bom e adorava ajudar as pessoas de sua época. Mas o seu povo era feito de pessoas más que adoravam importunar os outros. Estes homens eram tão mals que resolveram matar o príncipe, o pregando numa cruz.
- Mas Sabe Carlinhos, este povo não esperava que este príncipe pudesse vencer a morte, e foi isto mesmo que ele fez três dias após ser sepultado. O nome deste poderoso você provavelmente deve conhecer, ele se chama Jesus, meu neto. E a história não termina aí filho, o que aquelas pessoas não sabiam é que Cristo daria um novo coração para eles, se cada um se arrependesse de suas maldades. Quando você, meu amado neto, faz uma maldade com alguma pessoa é como se estivesse encravando um destes pregos em Jesus, você se torna como um daquele povo mal.
- Mas eu não quero ser uma pessoa má vovô! Como faço para consertar as coisas? Perguntou o m
Menino.
- Estes pregos, meu filho, só saem pelo poder do perdão. Você viu que os pregos que você pregou nesta madeira só saíram quando você pediu perdão as pessoas que você machucou? Assim também acontece conosco, Deus só retira os pregos da maldade de nossa vida quando nos arrependemos de nossos pecados.
Depois de toda aquela conversa, Carlinhos foi para seu quarto e pediu perdão para Jesus por ser tão mal com as pessoas, Carlinhos o garoto considerado por muitos como problemático e sem correção, estava agora arrependido de toda a maldade e mesmo sendo apenas uma criança, desejava muito mudar de vida e sua mudança foi nítida para todos. Carlinhos já não dava mais problema dentro de casa, não apontava mais na escola e ensinava para todos agora o poder do perdão através da prática de pregar pregos em uma viga de madeira, ele se tornara uma nova criança e antes da partida de seu avô ele dissera:
- Muito obrigado vovô!
sábado, 19 de junho de 2010
O mais novo pródigo.
No interior das grandes minas gerais, estado famoso por seus queijos e doces, nasceu José Carlos de oliveira Ferraz, ou apenas, Zé Carlos. Este mineiro de 32 anos havia passado por uma difícil fase em sua vida e agora se encontrava prostrado ali, bem ali no enorme celeiro de seu pai, seu falecido e amado pai, que anos atrás o avisara sobre os perigos da vida.
Em 1997, Seu Agostinho Ferraz, proprietário de terras ricas e rebanhos fartos do interior de Minas, havia conquistado o auge de sua produção e agora gozava de uma conta bancaria extremamente farta e sólida. Agostinho era um homem sábio, vindo de uma família batista, do qual se orgulhava muito por ter sido esta a responsável por lhe apresentar a felicidade de viver uma nova vida em Deus. O prospero fazendeiro também era um grande pregador do cristianismo em sua região e era conhecido também por sua enorme generosidade para com os pobres. Todos admiravam aquele homem e muitos procuravam seguir seus passos.
Seu Agostinho possuía dois filhos, Pedro Ulisses, o mais velho e Zé Carlos o mais novo. Eram dois filhos de Agostinho com personalidades totalmente distintas. Pedro Ulisses era responsável, dedicado para com o pai, estudioso e sempre obediente para com sua família. Já Zé Carlos era preguiçoso, muitas vezes rebelde e fortemente voltado para as terríveis paixões da mocidade. Os dois não conseguiam se dar bem, pois sempre que Zé Carlos aprontava algo, lá estava Pedro Ulisses para confrontá-lo e isto era algo que irritava muito ao mais novo. As companhias de Zé Carlos eram as piores possíveis e tais amizades eram um aborrecimento para sua mãe Tânia.
Zé Carlos estava sempre envolvido em algo escandaloso em sua cidade. Varias vezes foi visto fumando cigarros e ervas alucinógenas. Outras tantas fora encontrado bêbado pelos bares e boates da cidade e era famoso no pequeno bordel daquela região. Para Zé o único sentido que a vida lhe apresentava, era de poder gozar todos os prazeres possíveis e saciar todos os desejos que seu corpo necessitava.
Logo que soube que seu pai havia faturado naquele ano de 1997, Zé Carlos pediu que seu pai financiasse uma cara faculdade de direito em São Paulo e seus custos na capital paulista. Para Tânia sua mãe aquilo era uma grande loucura. Sabia que o filho queria ir embora, para poder esbanjar dinheiro com as delicias perigosas da vida e tentou persuadir seu marido para que impedisse a saída tão precoce de seu filho. Para Seu Agostinho era um aperto ver seu filho se entregar as paixões carnais, mas sabia que nada poderia impedir o ímpeto de seu mais novo prodigo.
Saiu, pois o filho mais novo de Agostinho para a capital paulista. Matriculou-se na faculdade e logo procurou a republica mais agitada da cidade para ter como moradia. Lá Zé Carlos ganhou o apelido que mais detestou em toda sua vida, era mais conhecido como “Zé Doidão”. Para Zé tudo era novidade na capital Paulista, eram tantas pessoas, tantos prazeres e varias coisas novas que ele nunca havia sonhado em vivenciar. Zé viveu por lá gastando tudo que podia e tudo o que não devia. Estava tão distraído na vida que semestre após semestre foi fracassando em sua faculdade, sem dar nenhuma satisfação aos seus distantes pais que não lhe poupavam ajuda.
No inicio de 1999, Zé recebeu sua primeira péssima noticia vinda de sua casa. Sua mãe falecera, pois há muito tempo já vinha sofrendo de uma doença e não conseguiu resistir mais. Zé ficou tão abalado com a noticia, que decidiu esbaldar cada vez mais em suas tentações. Neste mesmo ano, seu irmão Pedro, agora casado e com seu próprio sustento, partiu para os Estados Unidos em busca de novos negócios para sua empresa. Zé nunca mais recebeu uma noticia sequer de Pedro.
Os anos foram passando e nada de Zé arrepender-se de suas atitudes. Estava sempre drogado ou bêbado, todas as noites dormia com distintas mulheres e nunca mais deu as caras na faculdade. Zé estava completamente perdido, para ele o tempo e espaço era algo que não podia ser mais percebido e começara a sentir sensações horripilantes em sua volta. Sentia a morte a cada momento em sua vida, era como se algo ou alguém feito de trevas o perseguisse todos os dias e noites. Zé passou a viver em um caos mental, passou a viver envolvido pelo o medo e um vazio enorme começou a tomar conta de sua alma.
Meses antes da comemoração da virada do milênio, Zé recebeu a segunda noticia mais terrível de sua vida. Seu pai estava indo muito mal nos negócios. Seu Agostinho estava em idade avançada e não conseguia mais gerenciar sua fazenda. A partida de seu filho mais velho para o exterior foi desastrosa para a fazenda, pois tudo era coordenado por ele e após sua saída, Seu Agostinho não resistiu à pressão do mercado. Agora Zé não possuía mais a grana farta de seu pai para esbanjar em seus prazeres e com isto Zé Carlos acabou perdendo tudo aquilo que pensara ter em São Paulo.
Em fevereiro de 2001, “Zé Doidão” perdeu-se de vez, com as ultimas informações vinda da fazenda. Um empregado de seu pai fora enviado para encontrar-lo e trazê-lo de volta para fazenda antes da morte de Seu Agostinho. Zé foi encontrado depois de alguns dias, jogado a porta de sua faculdade, vivendo como um mendigo qualquer da cidade. O empregado tomou o jovem, levou a um hotel e lá cuidou dele para que voltasse em bom estado.
Zé não conseguiu chegar a tempo em sua antiga casa. Seu Agostinho havia falecido um dia antes e seu irmão já estava preparando o sepultamento de seu amado pai. Zé sentiu um grande remorso tomar conta de seu peito, sentiu uma dor profunda por ter vivido aquela vida, esquecendo daqueles que mais o amavam, sua família.
Pedro, que passara a ignorar o irmão há algum tempo, entregou uma carta de seu pai a Zé seu irmão depois do enterro e partiu mais uma vez para o exterior.
O rapaz estava desolado, sua mãe partira sem que ele se importasse, seu irmão não o respeitava e parecia não o amar mais e seu amado pai estava agora a alguns palmos por debaixo da terra. Zé desejava apenas a morte. Ao abrir aquela diferente carta de adeus Zé sentiu-se o ser mais desprezível da face da terra. Em suas últimas palavras seu pai lhe dissera o quanto estava desapontado com a vida de seu filho e que a única salvação para ele era "morrer para esta vida" e que no celeiro encontraria a única forma de consolo para aqueles que vivam uma vida sem limites.
Zé Carlos caminhou em direção ao celeiro com aquela carta entre as mãos. Ao chegar encontrou aquilo que mais temia. Seu pai havia amarrado uma corda sobre uma viga, com um pequeno banco, onde ele supostamente deveria subir para a morte. Zé decidiu obedecer a seu pai pelo menos uma vez em sua vida. Subiu no banco, laçou o pescoço e antes de se soltar para morte, pediu para que Deus tivesse misericórdia de sua vida e que o perdoasse de seus pecados.
Ele agora chorava copiosamente ao chão, ao salta-se do banco, a viga não agüentou o peso, revelando em seu interior inúmeras pedras preciosas e mais uma carta de seu falecido pai, com os seguintes dizeres: "Filho amado, Deus lhe perdoa de suas falhas, seja bem vindo a vida eterna, espero que ande em dignidade diante de sua segunda chance".
Anos se passaram e agora Zé era uma nova pessoa, com o dinheiro de seu pai, entrou para uma casa de recuperação e ao sair cursou teologia na mesma faculdade que abandonara há anos. Zé Carlos se tornara um grande pregador que agora dedicava seu tempo para resgatar vidas na desgraça, assim como a dele se encontrara há anos atrás. Zé tinha certeza que só encontrara a vida, pois vivenciara a morte e passou a ser grato a Deus que nunca o abandonara, nem diante da morte.
Em 1997, Seu Agostinho Ferraz, proprietário de terras ricas e rebanhos fartos do interior de Minas, havia conquistado o auge de sua produção e agora gozava de uma conta bancaria extremamente farta e sólida. Agostinho era um homem sábio, vindo de uma família batista, do qual se orgulhava muito por ter sido esta a responsável por lhe apresentar a felicidade de viver uma nova vida em Deus. O prospero fazendeiro também era um grande pregador do cristianismo em sua região e era conhecido também por sua enorme generosidade para com os pobres. Todos admiravam aquele homem e muitos procuravam seguir seus passos.
Seu Agostinho possuía dois filhos, Pedro Ulisses, o mais velho e Zé Carlos o mais novo. Eram dois filhos de Agostinho com personalidades totalmente distintas. Pedro Ulisses era responsável, dedicado para com o pai, estudioso e sempre obediente para com sua família. Já Zé Carlos era preguiçoso, muitas vezes rebelde e fortemente voltado para as terríveis paixões da mocidade. Os dois não conseguiam se dar bem, pois sempre que Zé Carlos aprontava algo, lá estava Pedro Ulisses para confrontá-lo e isto era algo que irritava muito ao mais novo. As companhias de Zé Carlos eram as piores possíveis e tais amizades eram um aborrecimento para sua mãe Tânia.
Zé Carlos estava sempre envolvido em algo escandaloso em sua cidade. Varias vezes foi visto fumando cigarros e ervas alucinógenas. Outras tantas fora encontrado bêbado pelos bares e boates da cidade e era famoso no pequeno bordel daquela região. Para Zé o único sentido que a vida lhe apresentava, era de poder gozar todos os prazeres possíveis e saciar todos os desejos que seu corpo necessitava.
Logo que soube que seu pai havia faturado naquele ano de 1997, Zé Carlos pediu que seu pai financiasse uma cara faculdade de direito em São Paulo e seus custos na capital paulista. Para Tânia sua mãe aquilo era uma grande loucura. Sabia que o filho queria ir embora, para poder esbanjar dinheiro com as delicias perigosas da vida e tentou persuadir seu marido para que impedisse a saída tão precoce de seu filho. Para Seu Agostinho era um aperto ver seu filho se entregar as paixões carnais, mas sabia que nada poderia impedir o ímpeto de seu mais novo prodigo.
Saiu, pois o filho mais novo de Agostinho para a capital paulista. Matriculou-se na faculdade e logo procurou a republica mais agitada da cidade para ter como moradia. Lá Zé Carlos ganhou o apelido que mais detestou em toda sua vida, era mais conhecido como “Zé Doidão”. Para Zé tudo era novidade na capital Paulista, eram tantas pessoas, tantos prazeres e varias coisas novas que ele nunca havia sonhado em vivenciar. Zé viveu por lá gastando tudo que podia e tudo o que não devia. Estava tão distraído na vida que semestre após semestre foi fracassando em sua faculdade, sem dar nenhuma satisfação aos seus distantes pais que não lhe poupavam ajuda.
No inicio de 1999, Zé recebeu sua primeira péssima noticia vinda de sua casa. Sua mãe falecera, pois há muito tempo já vinha sofrendo de uma doença e não conseguiu resistir mais. Zé ficou tão abalado com a noticia, que decidiu esbaldar cada vez mais em suas tentações. Neste mesmo ano, seu irmão Pedro, agora casado e com seu próprio sustento, partiu para os Estados Unidos em busca de novos negócios para sua empresa. Zé nunca mais recebeu uma noticia sequer de Pedro.
Os anos foram passando e nada de Zé arrepender-se de suas atitudes. Estava sempre drogado ou bêbado, todas as noites dormia com distintas mulheres e nunca mais deu as caras na faculdade. Zé estava completamente perdido, para ele o tempo e espaço era algo que não podia ser mais percebido e começara a sentir sensações horripilantes em sua volta. Sentia a morte a cada momento em sua vida, era como se algo ou alguém feito de trevas o perseguisse todos os dias e noites. Zé passou a viver em um caos mental, passou a viver envolvido pelo o medo e um vazio enorme começou a tomar conta de sua alma.
Meses antes da comemoração da virada do milênio, Zé recebeu a segunda noticia mais terrível de sua vida. Seu pai estava indo muito mal nos negócios. Seu Agostinho estava em idade avançada e não conseguia mais gerenciar sua fazenda. A partida de seu filho mais velho para o exterior foi desastrosa para a fazenda, pois tudo era coordenado por ele e após sua saída, Seu Agostinho não resistiu à pressão do mercado. Agora Zé não possuía mais a grana farta de seu pai para esbanjar em seus prazeres e com isto Zé Carlos acabou perdendo tudo aquilo que pensara ter em São Paulo.
Em fevereiro de 2001, “Zé Doidão” perdeu-se de vez, com as ultimas informações vinda da fazenda. Um empregado de seu pai fora enviado para encontrar-lo e trazê-lo de volta para fazenda antes da morte de Seu Agostinho. Zé foi encontrado depois de alguns dias, jogado a porta de sua faculdade, vivendo como um mendigo qualquer da cidade. O empregado tomou o jovem, levou a um hotel e lá cuidou dele para que voltasse em bom estado.
Zé não conseguiu chegar a tempo em sua antiga casa. Seu Agostinho havia falecido um dia antes e seu irmão já estava preparando o sepultamento de seu amado pai. Zé sentiu um grande remorso tomar conta de seu peito, sentiu uma dor profunda por ter vivido aquela vida, esquecendo daqueles que mais o amavam, sua família.
Pedro, que passara a ignorar o irmão há algum tempo, entregou uma carta de seu pai a Zé seu irmão depois do enterro e partiu mais uma vez para o exterior.
O rapaz estava desolado, sua mãe partira sem que ele se importasse, seu irmão não o respeitava e parecia não o amar mais e seu amado pai estava agora a alguns palmos por debaixo da terra. Zé desejava apenas a morte. Ao abrir aquela diferente carta de adeus Zé sentiu-se o ser mais desprezível da face da terra. Em suas últimas palavras seu pai lhe dissera o quanto estava desapontado com a vida de seu filho e que a única salvação para ele era "morrer para esta vida" e que no celeiro encontraria a única forma de consolo para aqueles que vivam uma vida sem limites.
Zé Carlos caminhou em direção ao celeiro com aquela carta entre as mãos. Ao chegar encontrou aquilo que mais temia. Seu pai havia amarrado uma corda sobre uma viga, com um pequeno banco, onde ele supostamente deveria subir para a morte. Zé decidiu obedecer a seu pai pelo menos uma vez em sua vida. Subiu no banco, laçou o pescoço e antes de se soltar para morte, pediu para que Deus tivesse misericórdia de sua vida e que o perdoasse de seus pecados.
Ele agora chorava copiosamente ao chão, ao salta-se do banco, a viga não agüentou o peso, revelando em seu interior inúmeras pedras preciosas e mais uma carta de seu falecido pai, com os seguintes dizeres: "Filho amado, Deus lhe perdoa de suas falhas, seja bem vindo a vida eterna, espero que ande em dignidade diante de sua segunda chance".
Anos se passaram e agora Zé era uma nova pessoa, com o dinheiro de seu pai, entrou para uma casa de recuperação e ao sair cursou teologia na mesma faculdade que abandonara há anos. Zé Carlos se tornara um grande pregador que agora dedicava seu tempo para resgatar vidas na desgraça, assim como a dele se encontrara há anos atrás. Zé tinha certeza que só encontrara a vida, pois vivenciara a morte e passou a ser grato a Deus que nunca o abandonara, nem diante da morte.
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